Hoje a cama está vazia
e os braços também
a saudade, agonia
a distância, refém.
Hoje os planos descumpridos
Os corações despedaçados
Se perto, resolvidos
Se agora juntos, acordados
Se as escolhas, desuniram
Hoje dois atordoados.
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
sábado, 13 de agosto de 2011
Saudade
As mãos que me fazem adormecer
Nos braços que me envolvem
até o amanhecer
Aconchegada no peito,
que me é travesseiro
Esta noite me faltam
e me matam
Esta noite o cabelo dormirá arrumado
O coração, apertado
E o relógio se arrasta
A solidão não passa
Nem meu desejo de ti, hoje, basta.
Nos braços que me envolvem
até o amanhecer
Aconchegada no peito,
que me é travesseiro
Esta noite me faltam
e me matam
Esta noite o cabelo dormirá arrumado
O coração, apertado
E o relógio se arrasta
A solidão não passa
Nem meu desejo de ti, hoje, basta.
A dança
Os passos,
descompassados.
O coração,
acelerado.
A música,
letra antiga.
Nos pés,
a fadiga.
O olhar,
envergonhado.
A dança,
intimidava.
O batuque,
dava o ritmo
até que de repente
no salão,
flutuavam.
Para eles
não havia mais ninguém:
E só dançavam...
descompassados.
O coração,
acelerado.
A música,
letra antiga.
Nos pés,
a fadiga.
O olhar,
envergonhado.
A dança,
intimidava.
O batuque,
dava o ritmo
até que de repente
no salão,
flutuavam.
Para eles
não havia mais ninguém:
E só dançavam...
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