segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Ao meu único amor.

Nunca as rosas me pareceram tão belas. Por um momento, as palavras me fugiram. Confesso que passei o fim de semana todo tentando as arranjar, mas nunca os versos pareceram tão insuficientes perto da sensação outrora vivida. O contraste do vermelho com minha pele clara, iluminado pelo olhar brilhante que me fitava. Por um instante tudo pareceu mais belo, as cores mais intensas, o amor, incondicional. Era a paixão vindo à tona como nunca antes fora vivida. Aliás, a sensação era que esta nunca realmente fora vivida. Pelo menos não de forma tão intensa, verdadeira... Minha impressão tem sido de que nunca amei em minha vida, pois o que hoje me habita torna-se incomparável perto do meu antigo ideal de amor. Só de lembrar de teu riso, teu olhar, teus beijos... Parece que me transporto imediatamente para as núvens. Vivo um amor tão grande / Que às vezes refletindo me pergunto: Será que nunca antes vivi? Ou será que nasci novamente?

Agora eu vivo a felicidade.

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